"A mente que se abre a uma nova
idéia jamais voltará ao seu tamanho original.
(Albert Einstein)
VERSIÓN ESPAÑOL
A PLUMA DE RUI PAIS
por Ludy Mellt Sekher
A pluma extraordinária do autor nos mostra, a realidade humana de um modo mágico
e surpreendente. A dualidade do ser, o disfarce conque alguns se vestem. E a
poesia condescendiente de Rui Pais a disfarça ainda mais com sua atuendo muito
pessoal.
Seus poemas e pensamentos nos falam de presenças e sentimentos, temores e sonhos,
luz e sombra, bondade e maldade, astúcia e fiereza, O autor joga admiravelmente
com as palavras que brilham em sua obra prolífica.
Trato amoroso e feroz ao mesmo tempo, como é sempre o de um poeta contemplador e
solitário que permanece fiel à intuição, aguardando paciente o encontro
essencial, no qual a revelação do sagrado é graça compensatória para quem em
lugar de violentar a natureza, ørequê-la até que apaixonada e generosa se
entrega por si mesma, sempre procurando “seu melhor poema” como nos diz ele
mesmo.
Não é só a existência. Nem é também não o êxtase ou o arrebato da poesia
tradicional. É bem mais abismal, é densidade incomparável, procedente de uma
realidade profunda, agoniada. É mais bem conseqüência de seu próprio sentimento.
Em algumas ocasiões, seus gestos pessoais e apaixonados adquirem a graça e
dignidade do poder mágico transformada em força, em conhecimento indispensável.
Dessa entrega brota um sentimento inefável de plenitude, que atinge em sua
poesia uma simbolización intensa e expressiva do cósmico. Dissolução da razão
ante o encontro com uma realidade profunda e misteriosa. De sua experiência
emana uma lição de plenitude. Constitui uma integridade que se completa
mutuamente. Isso pode oferecer-nos perspectivas insuspeitas de novos
desciframientos que ajudem a compreender melhor o alcance, o valor universal de
sua experiência profundamente humana e espiritual.
Sua temática é plasmar a natureza humana em todos seus aspectos. Em seus versos
prevalece o alma em momentos de angústia e de prazer como uma alegoria onde o
leitor não só vê a nudez física senão também a do alma..
Ludy Mellt Sekher©
UM DISTINTO
ESCRITOR
Eu quero ser um distinto escritor
Voar com asas dum conquistador...
Quero enaltecer a ilustre poesia…
Fazer uma realidade sobre a utopia!
Quero chegar mais além no horizonte…
Ultrapassar qualquer obstáculo ou ponte.
Ser capaz de elevar meu subconsciente
Ao mais profundo do inconsciente!
Eu quero ser a genuína afectividade…
Usufruir do poder da criatividade…
Num arco-íris de múltiplas cores
Vou beber na fonte dos amores!
Rui Pais
22/06/2006
NO COMEÇO
No começo não existias tu nem eu…
Tão pouco as estrelas da noite no céu.
Não havia consciência da humanidade
Nem sequer nenhum tipo de veleidade!
No começo apenas existia Deus…
Não havia a Terra nem um Sol.
Nem nenhum tipo de girassol
Ou terrenos que apregoas teus!
No começo nem tempo, fogo ou vento
Não se vislumbrava o entendimento…
Nem luar, nenhuma luz ou energia Solar...
Nem tão-pouco rios, lagos, ou água no mar!
No começo não havia frutos ou legumes…
Animais, florestas, quaisquer cardumes…
Raças, poder, fé, religião, sob que pretexto…
Guerra ou paz onde e com que contexto?
Não havia chuva para dar vida ao chão
Nem nenhuma espécie de alimentação…
Tão pouco havia catástrofes naturais
Nem meios frios, húmidos e tropicais!
No começo houve um único pensamento…
Que dum sopro fez emergir o firmamento.
A noite adveio ao dia, nasceu a semente…
No início Deus originou um SER gente!
Rui Pais
21/06/2006
DENTRO DE MIM
Dentro de mim há um céu
Que um dia Deus me concedeu!
Com fontes, rios, altas montanhas…
Vales fundos onde voam cegonhas!
O interior é fértil em flores e aves
Com cores garridas de tons suaves!
O coração pulsa num ser sofredor…
Apesar da agitação há muito amor!
Oceanos onde a mão toca o coral…
Lindas festas como a do Natal!
Peixes luminosos em fartas águas…
Uma catedral imersa em mágoas!
Um Sol vigoroso e deslumbrante…
Chuva que cai no solo da semente!
A música forma um coro ambiental
Os sons da vida no habitat natural!
Um altar a um Deus omnipotente
E existo eu como um ser crente!
Vejo um firmamento belo e infinito
Neste reino dos céus eu acredito!
Há um mundo dentro de meu mundo
Com um buraco negro bem profundo!
Temporais que fustigam todo o litoral…
Vem a bonança e termina o vendaval!
Neste clima irregular e passageiro
Há sempre um amigo companheiro!
Temos poesia romântica em fartura…
Há sensibilidade e gosto pela leitura!
Rui Pais
A EXPRESSÃO DE MINHA POESIA
Sou a expressão de minha poesia
Fluí em função desse entendimento
Fala das estrelas do firmamento…
Dum rio onde navega a melancolia!
Fala do meio ambiente, do Sol, da Lua…
Do tempo, da chuva persistente na rua…
Do mar, desse severo vento no exterior…
Das tempestades e histórias de amor!
E tudo eu fortaleci dentro de mim
Num castelo murado com estufa no jardim…
Até que a fonte abençoada jorrou
Jorrou e desde então não mais secou!
Surgiu por encanto com mágico poder
Poder que minha fonte passou a deter!
E o caminhante de passagem bebia
Bebia do fontanário de minha poesia!
Agora que abraço este desmedido mundo…
Distinto, sensível, mas muito mais profundo…
Estou a adquirir um amplo conhecimento
Sobre a evolução do meu pensamento!
Rui Pais
VERSIÓN ESPAÑOL
"La mente que se abre a una nueva
idea jamás volverá a su tamaño original.
(Albert Einstein)
LA PLUMA DE RUI PAIS
por Ludy Mellt Sekher
La pluma extraordinaria del autor nos
muestra, la realidad humana de un modo mágico y sorprendente. La dualidad del
ser, el disfraz conque algunos se visten. Y la poesía condescendiente de
Rui Pais la disfraza aún más con su atuendo muy personal.
Sus poemas y pensamientos nos hablan de presencias y sentimientos, temores y
sueños, luz y sombra, bondad y maldad, astucia y fiereza. El autor juega
admirablemente con las palabras que brillan en su obra prolífica.
Trato amoroso y feroz a la vez, como es siempre el de un poeta contemplador y
solitario que permanece fiel a la intuición, aguardando paciente el encuentro
esencial, en el cual la revelación de lo sagrado es gracia compensatoria para
quien en lugar de violentar la naturaleza, la requiere hasta que enamorada y
generosa se entrega por sí misma, siempre
buscando “su mejor poema” como nos dice él autor.
No es sólo la existencia. Ni es tampoco el éxtasis o el arrebato de la poesía
tradicional. Es mucho más abismal, es densidad incomparable, procedente de una
realidad profunda, angustiada. Es más bien consecuencia de su propio
sentimiento. En algunas ocasiones, sus gestos personales y enamorados adquieren
la gracia y dignidad del poder mágico transformada en fuerza, en conocimiento
indispensable.
De esa entrega brota un sentimiento inefable de plenitud, que alcanza en su
poesía una simbolización intensa y expresiva de lo cósmico. Disolución de la
razón ante el encuentro con una realidad profunda y misteriosa. De su
experiencia emana una lección de plenitud.
Constituye una integridad que se completa mutuamente. Eso puede ofrecernos
perspectivas insospechadas de nuevos desciframientos que ayuden a comprender
mejor el alcance, el valor universal de su experiencia profundamente humana y
espiritual.
Su temática es plasmar la naturaleza humana en todos sus aspectos. En sus versos
prevalece el alma en momentos de angustia y de placer como una alegoría donde el
lector no sólo ve la desnudez física sino también a de el alma..
Ludy Mellt Sekher©
UN DISTINGUIDO ESCRITOR
Yo quiero ser un distinguido escritor
Volar con alas de un conquistador...
Quiero enaltecer la ilustre poesía…
Hacer una realidad sobre la utopía!
Quiero llegar más lejos en el horizonte…
Ultrapasar cualquier obstáculo o puente.
Ser capaz de elevar mi subconsciente
Al más profundo del inconsciente!
Yo quiero ser la genuina afectividad…
Usufructuar del poder de la creatividad…
En un arco-iris de múltiples colores
Voy a beber en la fuente de los amores!
Rui Pais
22/06/2006
EN El COMIENZO
En el comienzo no existías tú ni yo…
Tan poco las estrellas de la noche en el cielo.
No había conciencia de la humanidad
Ni siquiera ningún tipo de veleidad!
En el comienzo sólo existía Dios…
No había la Tierra ni un Sol.
Ni ningún tipo de girasol
O terrenos que conjugaras tuyos!
En el comienzo ni tiempo, fuego o viento
No se vislumbraba la comprensión…
Ni lunar, ninguna luz o energía Solar...
Ni tampoco ríos, lagos, o agua en el mar!
En el comienzo no había frutos o legumbres…
Animales, florestas, cualquier cardúmenes…
Razas, poder, fe, religión, bajo que pretexto…
Guerra o paz donde y con que contexto?
No había lluvia para dar vida al suelo
Ni ninguna especie de alimentación?
Tan poco había catástrofes naturales
Ni medios fríos, húmedos y tropicales!
En el comienzo hubo un único pensamiento?
Que de un soplo hizo emerger el firmamento.
La noche llego después al día, nació la semilla?
En el inicio Dios originó un SER gente!
Rui Pais
21/06/2006
DENTRO DE MÍ
Dentro de mí hay un cielo
Que un día Dios me concedió!
Con fuentes, ríos, altas montañas…
Valles hondos donde vuelan cigüeñas!
El interior es fértil en flores y aves
Con colores garridas de tonos suaves!
El corazón pulsa en un ser sufridor…
A pesar de la agitación hay mucho amor!
Océanos donde la mano toca el coral…
Lindas fiestas como la de Navidad!
Peces luminosos en abundantes aguas…
Una catedral inmersa en tristezas!
Un Sol vigoroso y deslumbrante…
Lluvia que cae en el suelo de la semilla!
La música forma un coro ambiental
Los sonidos de la vida en el hábitat natural!
Un altar a Dios omnipotente
Y existo yo como un ser creyente!
Veo un firmamento bello e infinito
En este reino de los cielos yo creo!
Hay un mundo dentro de mi mundo
Con un agujero negro bien profundo!
Temporales que fustigan todo el litoral…
Viene la bonanza y termina el vendaval!
En este clima irregular y pasajero
Hay siempre un amigo compañero!
Tenemos poesía romántica en abundancia…
Hay sensibilidad y me gusta por la lectura!
Rui Pais
LA EXPRESIÓN DE MI POESÍA
Soy la expresión de mi poesía
Fluí en función de esa comprensión
Habla de las estrellas del firmamento…
De un río donde navega la melancolía!
Habla del medio ambiente, del Sol, de la Luna…
Del tiempo, de la lluvia persistente en la calle…
Del mar, de ese severo viento en el exterior…
De las tempestades e historias de amor!
Y todo yo me fortalecí dentro de mí
En un castillo amurallado con estufa en el jardín…
Hasta que la fuente bendecida lloró
Lloró y desde entonces no más secó!
Surgió por encanto con mágico poder
Poder que mi fuente pasó a detener!
Y el caminante de pasada bebía
Bebía del fontanerío de mi poesía!
Ahora que abrazo este desmedido mundo…
Distinguido, sensible, pero mucho más profundo…
Estoy adquiriendo un amplio conocimiento
Sobre la evolución de mi pensamiento!
Rui Pais
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